Compromissos permanentes!

Todas as quartas e sábados pela manhã tem Feira Agroecológica! Compre orgânicos diretamente do produtor -atrás do mercado popular - ao lado da rodoviária.

Quase sempre nas últimas quintas-feiras no auditório da prefeitura - a Casa do Povo! - CONSELHO DA CIDADE - às 18 horas. (veja programação do mês)

Evento no Parque Nacional: PAZ UNIVERSAL

24 horas de Paz Universal

Dia 24 de abril, o próximo sábado
é o dia internacional do
Tai chi chuan e Qi qong

A ser comemorado no mundo inteiro com o lema
UM SÓ MUNDO
UMA SÓ RESPIRAÇÃO


Em Teresópolis - A ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO PARNASO
OFERECE

A partir das 10h30 da manhã,
à beira da piscina no Parque Nacional
Demonstração de Tai chi chuan estilo Chen
por Inês Matuck

Prática aberta ao público do
Qi Qonq Pa tuan ching (exercícios respiratórios taoistas)
por Anna Maria Saraiva
apresentada no simpósio international de Tai chi chuan 2009
Veja em http://www.ataltere.com.br/taichibr.html

Atenção: o evento é gratuito,
veja apenas os detalhes para o pagamento da entrada do Parque (mais abaixo)

Conheça em Teresópolis o
Centro de Estudos Atala Saraiva
www.ataltere.com.br/ocentro.html

veja mais sobre Tai Chi Chuan em:
http://www.taichichuanbrasil.com.br/

Mais informações sobre o evento 24 horas de Paz Universal com
Ana Saraiva (a-saraiva@uol.com.br)

Ingressos para o Parque:
  • Membros da Associação de Amigos do PARNASO terão isenção do ingresso, no dia do evento.
  • Maiores de 60 anos e menores de 12 anos são isentos todos os dias.
  • Moradores dos municípios de Magé, Guapimirim, Teresópolis e Petrópolis, que apresentem comprovante de residência, pagam de entrada R$ 2,00, como sempre.
Carta da Terra: um tratado de esperança



Dia 22 de abril é Dia da Terra, e a humanidade tem uma escolha urgente: formar uma aliança global para cuidarmos uns dos outros ou arriscar a nossa destruição e a da diversidade da vida


Neste dia 22 de abril, consagrado internacionalmente como o Dia da Terra, a Carta da Terra faz um convite à humanidade para refletir sobre o futuro de nossa existência. A Carta, que completa uma década, é um tratado de esperança dos povos voltado a mudar a forma de pensar e de agir dos homens.


A Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948, marcou o pacto da humanidade com o futuro, para nunca mais se repetirem os horrores e as atrocidades das duas guerras mundiais. A Carta da Terra significa um novo pacto: para que haja futuro e por uma sociedade sustentável, justa e pacífica.


Fruto da ciência contemporânea, da sabedoria, de tradições filosóficas e religiosas, dos tratados e declarações internacionais e dos melhores exemplos práticos sobre como criar comunidades mais sustentáveis, a Carta passou por um processo de construção coletiva e dinâmica dos homens, que firmaram uma declaração de intenções pela vida no planeta e uma espécie de manual prático de sobrevivência.


Ela é coletiva porque foi redigida no âmbito da ONU (Organização das Nações Unidas) com a contribuição de diferentes povos e nações. É dinâmica porque, assim como os seres do planeta, a Carta tem vida: foi gestada na Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente e o Desenvolvimento de 1992 (a Rio-92) ; passou por várias redações na década de 1990; foi apresentada oficialmente em 2000 e hoje já foi traduzida para 40 línguas, subscrita por 4.600 organizações e vive uma etapa de expansão descentralizada em áreas como negócios, educação, mídia, religião, Nações Unidas e juventude.


Quatro princípios básicos são estipulados no documento para uma convivência pacífica e harmônica entre os homens e dos homens com a natureza:


1. Respeito e cuidado com a comunidade da vida;
2. Integridade ecológica;
3. Justiça social e econômica;
4. Democracia, não-violência e paz.


O espírito central da Carta concebe o planeta como uma grande família, na qual plantas, animais e seres humanos formam um todo complexo e interdependente. Zelar pelo equilíbrio e a perpetuação desse complexo deve ser a preocupação dos homens em suas relações sociais, econômicas e com o ambiente. Porque esse sistema vivo está ameaçado em sua permanência e continuidade pelo atual estilo de vida, que determina hoje os modos de produção e consumo da humanidade.

Veja mais em: http://www.cartadaterrabrasil.org/
(Envolverde/Instituto Akatu)